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EQUIPE TÉCNICA
Diretor(a) / roteirista
Roteirista
Roteirista
Personagens criados por
Personagens criados por
Produtor(a) executivo(a)
Produtor(a) executivo(a)
Produtor(a) executivo(a)
Produtor(a) executivo(a)
Música
ELENCO
Bruce Wayne / The Batman
Selina Kyle
Lt. James Gordon
Oz / The Penguin
The Riddler
Carmine Falcone
Alfred
District Attorney Gil Colson
Unseen Arkham Prisoner
Bella Reál
Officer Martinez
Kenzie
Chief Mackenzie Bock
Commissioner Pete Savage
Mayor Don Mitchell, Jr.
Mrs. Mitchell
Mitchell’s Son
Carla
Annika
Young Riddler
Thomas Wayne
Young Bruce Wayne
Martha Wayne
Dory
Travis
Ritchie
Glen
Cheri
Lead Detective
Another Officer
Forensic Photographer
Muscle Cop
Tactical Medic
Hushed G.C.P.D. Detective
FBI Leader
SWAT
Officer
Traffic Cop
Detective on Phone
Surly Cop
Digital Forensics Cop
Command Crisis Tech
Fire Marshall
Young Officer
Traffic Cop
Bitter Nobody
The Twins
The Twins
Falcone Bodyguard
Vinnie
Elevator Guard
Doctor
Train Gang Leader
Young Train Gang Member
Train Gang Member #1
Train Gang Member #2
Train Gang Member #3
Lone Train Passenger
Vandal
Cashier
Hooded Gunman
Injured Woman
Paparazzi
Paparazzo
Scared Drophead
Man in Suit
Newscaster
Newscaster
Newscaster
Newscaster
Newscaster
Mediator
Counterwoman
Patrol Cop
Suspicious Man
ATF Leader
Command Post #1
Command Post #2
Police Chief Hanrahan
Funeral VIP
Pallbearer
GCPD Cop
Detective Lujack
Funeral VIP Guest
Journalist
REVIEW PITIZZO
The Batman (2022): Crítica de um Detetive Sombrio e Falível

Quando anunciaram o Robert Pattinson como sendo o jovem Bruce Wayne, confesso que muitos fãs ficaram com o pé atrás, assim como havia ocorrido com Ben Affleck. No entanto, quando The Batman (2022), de Matt Reeves, finalmente chegou aos cinemas em 4 de março de 2022, o resultado foi absolutamente arrebatador — e sim, ficou muito melhor que o esperado. Em The Batman, não temos um super-herói no auge de seus poderes, mas sim um vigilante desastrado em formação, e é exatamente aí que mora o gênio criativo do filme.
Um Detetive (Ruim) em Formação: Inspiração em Clássicos dos Quadrinhos
Aqui vemos um jovem Bruce Wayne que está em seu segundo ano de combate ao crime — sim, apenas dois anos! — ainda aprendendo suas artimanhas investigativas e, sim, cometendo alguns erros de principiante dignos de um trainee da polícia. Ele é mais força bruta que precisão cirúrgica, mais medo e raiva que esperança e inspiração.
![The Batman – [FILMGRAB]](https://film-grab.com/wp-content/uploads/photo-gallery/The_Batman009.jpg?bwg=1653471984)
O filme se inspira fortemente em clássicos indispensáveis dos quadrinhos: 🔗Batman: Ano Um, a minissérie de 1987 criada por Frank Miller e David Mazzucchelli, que redefiniu a origem do Homem-Morcego, e 🔗Batman: O Longo Dia das Bruxas (The Long Halloween), publicada entre 1996-1997 por Jeph Loeb e Tim Sale, que apresentava Batman em seu segundo ano investigando um serial killer que atacava a elite política e criminal de Gotham.
Pattinson entrega um Bruce Wayne extremamente recluso e atormentado, cuja única válvula de escape — e válvula bastante violenta — é a persona destrutiva do Morcego. Ele não é um mentor, não inspira confiança imediata, não faz piadas durante os combates. É um desastre social com um problema de raiva não resolvido, e isso o torna incrivelmente fascinante.
Reconhecimento da Academia (Mesmo que Tímido)
Quando chegou a temporada de premiações, The Batman conquistou três indicações ao Oscar em 2023, disputando nas categorias de Melhor Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Maquiagem e Penteado. Embora tenha perdido em todas as categorias (a vitória do som foi para Top Gun: Maverick e a de maquiagem para The Whale), a comunidade cinematográfica reconheceu amplamente que o filme mereceria indicações em Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora — as quais surpreendentemente não chegaram.
Na 3ª edição do Critics Choice Super Awards, The Batman brilhou mais intensamente, conquistando seis indicações incluindo Melhor Filme de Super-Herói e uma indicação para Paul Dano como Melhor Vilão.
Gotham Noir: Uma fotografia úmida e assustadora
A fotografia do filme é um espetáculo à parte. A cinematografia de Greig Fraser (que conquistou um Oscar por Duna no ano anterior) apresenta uma Gotham City chuvosa, suja e mergulhada em tons de vermelho e preto, criando uma atmosfera noir perfeita que remete mais a Seven (1995) ou Zodíaco (2007) que a filmes de super-heróis convencionais. Essa escuridão intencional serve de palco perfeito para uma galeria de vilões completamente reimaginados.

O Charada aterrorizante
O destaque absoluto é, sem dúvida, o Charada (ou Riddler) interpretado por Paul Dano. Bem longe do caricato e colorido Jim Carrey em Batman Eternamente (Batman Forever, 1995), este Charada é um terrorista inspirado no Assassino do Zodíaco real — um cara extremista, calculista e genuinamente assustador. Edward Nashton (seu nome verdadeiro) não é um vilão obcecado por enigmas caprichosos; é um assassino em série que deixa pistas cuidadosamente planejadas, transformando o filme em um thriller psicológico perturbador.

Nos quadrinhos, o Charada/Riddler foi criado originalmente por Bill Finger e Dick Sprang, aparecendo pela primeira vez em 🔗Detective Comics #140 em outubro de 1948. Historicamente, é descrito como um criminoso mentor em Gotham City que se deleita em incorporar enigmas em seus esquemas. A versão cinematográfica de Dano, entretanto, o redefine completamente como um proto-fascista obsessivo que documenta seus crimes e deixa mensagens cifradas — muito mais próximo do cenário de investigação que vemos no filme.
Paul Dano inclusive escreveu a minissérie 🔗Charada: Ano Um (Riddler: Year One) para a DC Comics, expandindo a origem traumática de Ed. Nigma e transformando-o em um personagem ainda mais complexo.
O Elenco de Apoio que Brilha em Suas Sombras
O elenco de apoio é uma coisa rara: todos os atores são familiarizados com universos de super-heróis, mas todos entregam atuações cruas e humanizadas.

Zoë Kravitz como Selina Kyle (a Mulher-Gato) oferece uma versão complexa da personagem que apareceu pela primeira vez nos quadrinhos em 🔗Batman #1 de 1940 — originalmente conhecida apenas como “A Gata” (The Cat). Na história de Selina, ela é uma ladra sofisticada com moral ambígua. Nos quadrinhos clássicos dos anos 50, sua origem foi revelada como uma mulher que sobreviveu a um relacionamento abusivo e decidiu se vingar roubando dos ricos e poderosos — uma narrativa que The Batman honra de forma elegante. Kravitz adiciona uma camada contemporânea interpretando Selina como uma mulher operando fora dos sistemas convencionais de poder.

Colin Farrell como o Pinguim (Oswald Cobblepot) é quase irreconhecível graças à maquiagem pesada, mas sua atuação é memorável. Oswald Chesterfield Cobblepot foi criado por Bob Kane e Bill Finger, fazendo sua primeira aparição em 🔗Detective Comics #58 em dezembro de 1941. Nos quadrinhos, é frequentemente retratado como um cavalheiro do crime que dirige o Icebergue Lounge — um nightclub que serve como fachada para seus negócios criminosos. A versão de Farrell é mais bruta, menos aristocrática, definindo as bases para sua futura série derivada The Penguin (2024) na HBO Max, que explora sua ascensão ao poder no vácuo deixado pelos eventos do filme.

E talvez aquele com a maior filmografia de super-herói aqui no site: Andy Serkis como um Alfred Pennyworth sofrido e com passado militar. Alfred, o mordomo de Bruce Wayne, foi criado por Jerry Robinson e Bob Kane, fazendo sua primeira aparição em 🔗Batman #16 de 1943. A versão de Serkis em The Batman homenageia as interpretações clássicas enquanto adiciona uma dureza militar que reconhecemos em quadrinhos como Batman: Earth One (Terra Um), onde Alfred é retratado como um veterano de guerra.

Por fim, Jeffrey Wright como o Tenente James Gordon oferece uma versão ainda jovem do futuro comissário de polícia, aqui ainda um homem honesto em um departamento corrupto até a medula.
Easter Eggs, Referências e Detalhes de Bastidor
O filme é um prato cheio para os fãs. Aqui estão os segredos e referências que você poderia ter perdido:
Inspiração Musical Definidora
Inspiração no Nirvana: O diretor Matt Reeves escreveu o roteiro ouvindo a música “Something in the Way” do Nirvana. Bem mais que uma escolha musical aleatória, a canção não só entrou para a trilha sonora (tocando duas vezes durante o filme) como definiu completamente o tom melancólico, recluso e angustiado de Bruce Wayne de Pattinson.

A faixa é da 12ª posição do álbum icônico 🔗Nevermind (1991), escrita por 🔗Kurt Cobain. A letra fala sobre alguém vivendo debaixo de uma ponte, alimentando-se de grama e peixe — uma metáfora perfeita para o Batman vivendo isolado em uma caverna. Quando a canção apareceu no primeiro trailer em setembro de 2020, ela disparou nas paradas; após o lançamento do filme, as reproduções cresceram 734% em apenas quatro dias, com o Spotify registrando crescimento de 1.200% em buscas.
Referências aos Quadrinhos e Suas Influências Narrativas
Além de Ano Um e O Longo Dia das Bruxas, o filme bebe em outras fontes importantes:
“Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997): Já mencionamos, mas a influência é tão presente que eventos específicos do filme — como assassinatos da elite política por um serial killer — são praticamente extraídos desta série.
“🔗Batman: Ego“: Este especial de 1989 explora a psique fragmentada de Bruce Wayne, com narrativa autorreflexiva sobre a obsessão do personagem.
“🔗Batman: Zero Year“: A série de 2012-2013 de 🔗Scott Snyder e 🔗Greg Capullo apresenta um Batman jovem ainda em formação, cometendo erros e aprendendo com eles — exatamente como vemos em The Batman.
“🔗Batman: Earth One“: O visual do Alfred com barba, sua bengala, seu relacionamento com Bruce e sua atitude sarcástica são tirados diretamente desta adaptação não-canônica de 2012.
Easter Eggs Mais Específicos

A Delegacia é a 39: Os oficiais do GCPD que investigam crimes operam na Delegacia 39, referência ao ano de 1939 — quando Batman estreou em 🔗Detective Comics #27 por Bob Kane e Bill Finger.
“Eu sou Vingança”: Quando um criminoso pergunta quem é o Batman, ele responde: “Eu sou vingança” (I am vengeance). Embora a frase seja famosa de Batman: A Série Animada (1992) onde ele diz “Eu sou vingança! Eu sou a noite! Eu sou Batman!”, esta versão específica foi tirada de Batman: Earth One].

O Projeto Gotham: Bruce Wayne documenta todos os seus casos em um diário intitulado “The Gotham Project” (O Projeto Gotham). A anotação de seus progressos homenageia The Black Casebook] de Grant Morrison, onde Batman também mantinha registros meticulosos de seus casos.
O Battelefone Antigo: Quando Batman retorna à mansão Wayne, um telefone antigo de luzes coloridas toca na Batcaverna — uma referência direta ao “Batphone” da série de TV de 1966 com Adam West.

“HUSH”: Durante uma das transmissões do Charada, a palavra “HUSH” (Silêncio) aparece escrita sobre a imagem de um jornalista. É um piscar de olhos para o vilão Silêncio (ou Hush), cuja trama nos quadrinhos também envolve segredos perturbadores da família Wayne. Na história em quadrinhos de Jeph Loeb e Jim Lee (2002-2003), Hush é um personagem que manipula as ações de Batman para destruí-lo, revelando segredos familiares obscuros.
O Boate Icebergue Lounge: A famosa boate controlada pelo Pinguim é referenciada, conectando-a diretamente aos quadrinhos onde ela aparece em Detective Comics #683].

A Conspiração da Corte das Corujas: O filme expõe uma conspiração sinistra entre a elite de Gotham — uma possível referência à Corte das Corujas (Court of Owls), a sociedade secreta introduzida por Scott Snyder nos Novos 52 (2011). Se esta referência for intencional, podemos esperar ver a Corte das Corujas (e talvez até o supostamente falso irmão de Bruce, Lincoln March) em futuras sequências.
Sal Maroni e os Vilões Clássicos: Há uma reportagem no muro do prefeito Mitchell sobre a prisão de Sal Maroni, um mafioso de Gotham que remonta a Detective Comics #66 (1942). Maroni é memorável nos quadrinhos não apenas como criminoso, mas também como o responsável por transformar Harvey Dent em Dois-Caras ao atirarem ácido em seu rosto.
Halloween até 6 de Novembro: O filme ocorre ao longo de exatamente uma semana, começando em 31 de outubro (Halloween) e terminando em 6 de novembro. A escolha de Halloween não é acidental — referencia tanto The Long Halloween nos quadrinhos quanto o jogo Batman: Arkham Knight (2015), que também se passa em uma única noite de Halloween.

Jay Lycurgo como Tim Drake: O ator Jay Lycurgo, conhecido por interpretar Tim Drake (o terceiro Robin) na série Titãs da HBO Max, aparece no filme como membro de uma gangue — um easter egg que nem os produtores de Titãs sabiam que estava acontecendo.
Curiosidades de Bastidor que Ninguém Esperava
Cenas Falsas Propositais: Matt Reeves confirmou que gravou cenas falsas de The Batman para despistar a imprensa e paparazzi. As cenas falsas envolveram o ator Barry Keoghan interpretando um policial em locações externas, sendo fotografado deliberadamente para criar confusão sobre o elenco.
O Conselho de Christian Bale sobre Uniformes: Robert Pattinson recebeu um conselho hilariante de Christian Bale (o Batman anterior) durante a produção. Pattinson contou: “Estava com um pouco de medo de perguntar qualquer coisa, mas esbarrei em Christian Bale, fiquei ao lado dele em um mictório, e isso o inspirou a dizer: ‘Antes de tudo, você precisa descobrir uma maneira de fazer xixi com o uniforme'”. Um detalhe que só quem usa aquele traje de silicone e músculos de borracha entenderia.
O Capacete Original de Val Kilmer: Na audição para o papel, Robert Pattinson usou o capacete/máscara original de Val Kilmer do filme Batman Forever (1995), de Joel Schumacher. Porém, como a cabeça de Pattinson é consideravelmente maior que a de Kilmer, o capacete não se ajustou perfeitamente — um detalhe hilário que Reeves decidiu ignorar em prol da história.
O Orçamento Surpreendentemente Modesto: Com um orçamento de aproximadamente US$ 185 milhões, The Batman foi produzido com um custo significativamente menor que muitos blockbusters recentes, considerando a qualidade visual, elenco e complexidade técnica.
O Futuro do Universo Batman de Matt Reeves: Elseworlds em Construção
Vale lembrar que The Batman deu origem à série The Penguin (2024) na HBO Max/Max, onde temos a oportunidade de ver mais de perto a ascensão de Oswald Cobblepot (Colin Farrell) e a guerra de poder em Gotham após os eventos do filme, aprofundando a história da Família Falcone. Esta série ganhou recepção crítica excelente e solidificou o universo alternativo de Reeves como uma força criativa distinta.

Matt Reeves já confirmou que Batman 2 recebeu sinal verde da Warner Bros, e o filme está em desenvolvimento com Reeves escrevendo ao lado de Mattson Tomlin. Não há data de lançamento confirmada. A identidade do próximo vilão permanece um mistério — muitos apostam no Coringa, enquanto fãs pedem pela Corte das Corujas ou até no Senhor Frio (Mr. Freeze).
Com o universo cinematográfico da DC ficando longe do caminho sob a nova liderança de James Gunn (que está construindo o novo “DCU”), Reeves terá ainda mais autonomia criativa para construir seu universo paralelo [“Elseworlds”] ao redor do Batman.
Produtos e Mídias Físicas: O Que Você Pode Levar Para Casa
The Batman recebeu um tratamento de luxo em mídia física:
4K Ultra HD Blu-ray e Edições Especiais
O filme foi lançado em 4K UHD, Blu-ray e DVD. Várias varejistas ofereceram edições Steelbook exclusivas, incluindo a versão da Best Buy com arte única de capa. Estas edições mais rápido saem de circulação, tornando-se itens de colecionador. A edição 4K UHD inclui aproximadamente 2 horas de conteúdo de extras, distribuído em quatro discos:
Disco 1 (4K UHD – Filme + Especiais)
- Filme em 4K
- Comentários em áudio
Disco 2 (Blu-ray – Filme + Especiais)
- Vengeance in The Making
- Vengeance Meets Justice
- The Batman: Genesis
- Becoming Catwoman
- Looking for Vengeance
- Anatomy of The Car Chase
- Anatomy of The Wing Suit Jump
- A Transformation: The Penguin
- The Batmobile
- Unpacking the Icons
- Deleted Scenes
Disco 3 (Blu-ray – Especiais Adicionais)
- Material exclusivo adicional
- Mais entrevistas e behind-the-scenes
Disco 4 (CD com Trilha Sonora)
A premiada trilha sonora de Michael Giacchino
Trilha Sonora de Michael Giacchino
A trilha sonora foi composta por Michael Giacchino, vencedor de Academy Award, Emmy e Grammy, conhecido por seus trabalhos em Os Incríveis, Coco, Jojo Rabbit, Star Trek, Jurassic World e muitos outros. É a quinta colaboração entre Reeves e Giacchino.
Quando Matt Reeves ouviu o tema de Batman pela primeira vez, foi com o produtor Dylan Clark. Reeves literalmente chorou, dizendo: “Eu fiquei maravilhado! Era tão emocional. Nós dois choramos… foi incrível.” A trilha oferece temas memoráveis não apenas para Batman, mas também para Mulher-Gato (Selina Kyle) e o Charada, cada um com sua própria identidade musical.
A trilha sonora foi lançada em 2xCD com 6-panel digipak pela Mondo em parceria com WaterTower Music, contendo aproximadamente 2 horas de música. Também está disponível em vinil de 3 discos (3XLP) e via streaming em plataformas digitais.
Merchandise e Bonecos
Diversos fabricantes lançaram action figures, bonecos de vinil e estatuetas dos personagens, com destaque para as linhas de NECA, McFarlane Toys e Hot Toys. Os bonecos articulados de alta qualidade da McFarlane, em particular, capturaram meticulosamente o design visual do filme.
Há também bustos, réplicas do Batmóvel e outros itens de colecionador disponíveis em sites especializados.
Voltando ao filme sem grandes spoilers: The Batman é longo (praticamente épico em suas quase 3 horas), mas você não vê o tempo passar. A trama se desenrola com a precisão de uma engrenagem relojoeira, mantendo o suspense até o final.






















































































