RoboCop
1987

Título Original

RoboCop

Título Brasileiro

RoboCop - O Policial do Futuro
Duração
102 min
País
EUA
Tipo de Filme
Live-Action
Origem
Original

SINOPSE

Em uma Detroit violenta e quase apocalíptica, a corporação maligna Omni Consumer Products ganha um contrato com a prefeitura para privatizar a força policial. Para testar seus ciborgues erradicadores do crime, a empresa leva o policial de rua Alex Murphy a um confronto armado com o chefão do crime Boddicker para que eles possam usar seu corpo para apoiar seu protótipo não testado do RoboCop. Mas quando RoboCop descobre os planos nefastos da empresa, ele se volta contra seus superiores.

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EQUIPE TÉCNICA

Paul Verhoeven

Paul Verhoeven
Diretor(a)

Edward Neumeier

Edward Neumeier
Roteirista

Michael Miner

Michael Miner
Roteirista

Jon Davison

Jon Davison
Produtor(a) executivo(a)

ELENCO

Peter Weller

Peter Weller
Officer Alex J. Murphy / RoboCop

Nancy Allen

Nancy Allen
Officer Anne Lewis

Dan O’Herlihy

Dan O’Herlihy
The Old Man

Ronny Cox

Ronny Cox
Dick Jones

Kurtwood Smith

Kurtwood Smith
Clarence Boddicker

Miguel Ferrer

Miguel Ferrer
Bob Morton

Robert DoQui

Robert DoQui
Sgt. Warren Reed

Ray Wise

Ray Wise
Leon Nash

Felton Perry

Felton Perry
Johnson

Paul McCrane

Paul McCrane
Emil Antonowsky

Del Zamora

Del Zamora
Kaplan

Calvin Jung

Calvin Jung
Steve Minh

Michael Gregory

Michael Gregory
Lt. Hedgecock

Gene Wolande

Gene Wolande
Prisoner

Gregory Poudevigne

Gregory Poudevigne
Slimey Lawyer

Charles Carroll

Charles Carroll
Bail Bondsman

Kevin Page

Kevin Page
Kinney

Tyrees Allen

Tyrees Allen
Starkweather

Laird Stuart

Laird Stuart
Cecil the Clerk

Stephen Berrier

Stephen Berrier
Roosevelt

Karen Radcliffe

Karen Radcliffe
Technician #1

Darryl Cox

Darryl Cox
Technician #2

Jerry Haynes

Jerry Haynes
Dr. McNamara

Donna Keegan

Donna Keegan
Rape Victim

Mike Moroff

Mike Moroff
Hophead

Marjorie Rynearson

Marjorie Rynearson
Grocery Mom

Jo Livingston

Jo Livingston
Grocery Pop

Joan Pirkle

Joan Pirkle
Barbara

Diane Robin

Diane Robin
Chandra

Angie Bolling

Angie Bolling
Murphy’s Wife

Jason Levine

Jason Levine
Murphy’s Son

S.D. Nemeth

S.D. Nemeth
Bixby Snyder

Bill Farmer

Bill Farmer
Justin Ballard-Watkins

Michael Hunter

Michael Hunter
Peter the Homeowner

Spencer Prokop

Spencer Prokop
Gas Station Attendant

L.J. King

L.J. King
Emergency Doctor

David Packer

David Packer
Emergency Doctor

Leeza Gibbons

Leeza Gibbons
Jesse Perkins

Mario Machado

Mario Machado
Casey Wong

Bill Blair

Bill Blair
Undercover Cop

Gilbert B. Combs

Gilbert B. Combs
Sal’s Gunman

Jon Davison

Jon Davison
ED-209 (voz)

James Field

James Field
Restroom Junior Executive

John Garrett

John Garrett
News Crew

Allan Graf

Allan Graf
Sal’s Bodyguard

Katie Griffin

Katie Griffin
Young Girl

Harry Johnson

Harry Johnson
Dad in Nuke-‘em’ Commercial

Debra Lamb

Debra Lamb
Pizza Dough Juggling Girl

John Landis

John Landis
Man in ‘6000 SUX’ Commercial

Randall Oliver

Randall Oliver
S.W.A.T. Team Member

Scott Sligar

Scott Sligar
S.W.A.T. Team Member

James Staszkiel

James Staszkiel
Keva Rosenberg

Scott Thomson

Scott Thomson
Blonde Thug

Paul Verhoeven

Paul Verhoeven
Dancer at Disco

REVIEW PITIZZO

A Ressurreição Corporativa: De Volta a Detroit

Comecei assistindo a este filme já sabendo que ele era um marco excelente, famoso por sua crítica social pesada às grandes corporações que controlam tudo e fazem suas “maracutaias” para garantir o sucesso a todo custo. Dirigido pelo mestre do sarcasmo holandês Paul Verhoeven (O Vingador do Futuro, Tropas Estelares), RoboCop (1987) supera qualquer expectativa de ser apenas mais um “filme de tiro”.

O desenrolar da história flui tão bem que as quase duas horas de filme passam voando — especialmente se você assistir à “Versão do Diretor” (Director’s Cut), que é a mais completa, com classificação “R” e repleta daquela violência gráfica sem filtros que a censura cortou dos cinemas na época.

A trama nos joga em uma Detroit distópica à beira do colapso e dominada pela criminalidade, onde a megacorporação Omni Consumer Products (OCP) privatiza a polícia, transformando a cidade em um produto. É nesse cenário caótico que o oficial Alex Murphy é brutalmente assassinado em serviço por uma gangue, apenas para ser “salvo” pela OCP.


Sacanagem corporativa, maluquices e quadrinhos

Se formos analisar friamente, a premissa traz a parte mais bizarra e ironicamente engraçada de toda a trama: quando você estiver triste com o seu trabalho, lembre-se de que Murphy (Peter Weller) literalmente morreu em serviço, e a corporação deu um jeito de ressuscitá-lo só para ele continuar trabalhando — e de graça! Nada é tão ruim que o capitalismo distópico não possa piorar, não é mesmo?

As atuações pendem propositalmente para o caricato. Afinal, quem sobreviveria a tantos tiros assim no mundo real? Sua colega, a icônica Anne Lewis (vivida pela durona Nancy Allen), também leva uns bons balaços de grosso calibre e milagrosamente sobrevive. O elenco é formidável: Weller entrega uma fisicalidade robótica impecável, Kurtwood Smith faz de Clarence Boddicker um dos vilões mais sádicos da década, e Ronny Cox brilha como o inescrupuloso executivo Dick Jones.

Apesar de ser uma ideia original de Edward Neumeier e Michael Miner, RoboCop respira a estética dos quadrinhos e mangás. Suas raízes bebem de forma escancarada da fonte de Juiz Dredd e heróis mecanizados. Há uma fortíssima conexão com 8 Man (mangá e anime de 1963 sobre um detetive ressuscitado como ciborgue), servindo de ponte entre a ficção científica ocidental e oriental. Neumeier até tentou vender a ideia como HQ para a Marvel primeiro. A editora só abraçou o policial do futuro após o sucesso do filme, lançando uma adaptação e depois uma série mensal (1990-1992), inserindo o herói num contexto mais super-heróico e suavizando a violência por conta do Comics Code. Anos depois, o personagem ganharia um lendário crossover RoboCop vs. The Terminator, escrito pelo mestre Frank Miller nas HQs.

Aqui no site, acabei colocando este filme como sendo original (sem origem em quadrinhos ou mangás), por tudo apontar que ele de fato, é um personagem original. Mas ele só está aqui em nossa base de dados de adaptações de quadrinhos por sua extrema semelhança com o 8-Man, que originou nos mangá. Ele merece. Ou será que categorizo ele como Filme que virou Quadrinhos?


Quando o Gore Vai Para o Oscar

Pode parecer surreal hoje em dia, mas essa carnificina satírica não passou despercebida pelas grandes premiações. No Oscar de 1988, RoboCop levou para casa um Prêmio de Conquista Especial (Special Achievement Award) pela Edição de Efeitos Sonoros, além de indicações a Melhor Montagem e Melhor Som. Para um filme com orçamento modesto e litros de sangue falso, figurar no tapete vermelho ao lado de dramas de época foi uma vitória estrondosa.

No Saturn Awards, foi a grande estrela do ano: Melhor Filme de Ficção Científica, Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Maquiagem e Melhores Efeitos Especiais, além de indicações de atuação para Peter Weller e Nancy Allen. Também arrebatou indicações ao BAFTA (Efeitos Visuais e Maquiagem).


Sangue, Aço e Corações da Yamaha

A direção visual de Verhoeven, somada à fotografia de Jost Vacano, é brilhante. Os enquadramentos são dinâmicos e criam uma Detroit suja e decadente (filmada, na verdade, em Dallas), contrastando com a assepsia corporativa. Mas a alma visual mora nos efeitos práticos e no lendário design do traje feito por Rob Bottin.

Temos o puro suco da “trasheira” dos anos 80 no clímax do filme: o capanga Emil colide violentamente com um tanque de lixo tóxico, saindo com a pele derretendo numa maquiagem absurdamente nojenta, para logo em seguida explodir no para-brisas de um carro. Gore gratuito e espetacular! Em contraste, temos a inesquecível animação em stop-motion do robô rival ED-209, de Phil Tippett. A técnica marcou época, mas parece que pouparam alguns frames; embora a frieza mecânica funcione, a fluidez poderia ser um pouquinho mais caprichada.

E não podemos esquecer a genial parte midiática do filme: telejornais passando informações bizarras intercalados com comerciais absurdamente sarcásticos — como os anúncios de corações artificiais da Yamaha e o jogo de tabuleiro de guerra nuclear “Nuke ‘Em”.


Easter Eggs e Referências

A obra é um prato cheio para pausas estratégicas e conexões nerds:

  • O Carro 6000 SUX: O veículo dos comerciais é um trocadilho com “sucks” (é uma porcaria), driblando a censura automotiva.

  • O Rugido do ED-209: O som intimidador do mecha é o rugido de um jaguar reproduzido de trás para frente. A voz original do robô é do próprio produtor do filme, Jon Davison.

  • Referências de Software: A visão em primeira pessoa do RoboCop exibe códigos MS-DOS baseados em comandos reais da época.

  • Cameos Escondidos: Quando Murphy pesquisa o rosto de Emil na delegacia, as fotos que passam são de membros da equipe. Paul Verhoeven faz uma micro-aparição como dançarino na boate, e o roteirista Ed Neumeier aparece num cartaz de “Procurado”. No fim dos créditos das edições clássicas, o aviso de direitos autorais ameaça pirateadores com “droids de aplicação da lei”.

Curiosidades de Bastidor e Produção

  • Roteiro no Lixo: Paul Verhoeven quase não dirigiu o filme. Achou o roteiro um B-movie estúpido e jogou no lixo. Foi sua esposa que pegou, leu e explicou as camadas satíricas e religiosas, convencendo-o a voltar atrás.

  • A Fornalha de Aço: A armadura levou 10 meses para ficar pronta. A primeira vez que Weller a vestiu, demorou 11 horas. O traje pesava mais de 80 quilos e, sob o calor de 50 °C do Texas, o ator perdia quase 1,5 kg de suor por dia.

  • Dirigindo de Cueca: O traje era tão desajeitado que não cabia no Ford Taurus da polícia. Nas cenas em que Murphy dirige, Weller estava usando apenas a parte de cima da armadura, pilotando de cueca na parte de baixo para caber no banco!

  • Orçamento: O filme custou modestos 13 a 14 milhões de dólares, dependendo massivamente da genialidade criativa de sua equipe de efeitos práticos.

Veredito do Pitizzo

Este é um filme que transcende o rótulo de “brucutu dos anos 80”. RoboCop (1987) é uma obra-prima da ficção científica que funcionou perfeitamente apesar (ou talvez por causa) de sua violência extrema. Ele entrega uma das melhores e mais cínicas sátiras sobre o corporativismo já feitas, fazendo a gente rir do absurdo enquanto questiona o que nos faz humanos.

E você, sobreviveria ao turno noturno da OCP? Acha que o ED-209 merecia mais alguns frames de animação? Robocop é um personagem original ou uma cópia do 8-Man?

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Universo Expandido e o Futuro

A franquia cresceu para além de 1987, embora com tropeços. Tivemos RoboCop 2 (1990) e o muito criticado RoboCop 3 (1993), além da série animada da Marvel Productions, séries live-action e muitas HQs. Em Robocop de 2014, o diretor brasileiro José Padilha reimaginou a obra com discussões sobre drones militares, mas sem o mesmo humor ácido. O projeto de sequência direta, RoboCop Returns, segue patinando no limbo de Hollywood.

Porém, o impacto cultural definitivo aconteceu no mundo real: após mais de uma década de campanhas de crowdfunding e negociações com a MGM, a cidade de Detroit inaugurou em 2025 uma colossal estátua de bronze de 3,4 metros e 2,5 toneladas do RoboCop no bairro Eastern Market. Um tributo físico à lenda!

LEVE O FILME PARA CASA

Para os verdadeiros fãs, o catálogo de mídia física e itens de colecionador de RoboCop (1987) é um prato cheio.

Mídias Físicas: A Edição Definitiva

Nos anos 80 e 90, o título circulou forte em VHS e LaserDisc (com destaque para a lendária edição Unrated da Criterion em 1995). Hoje, a referência máxima absoluta é a edição da Arrow Video. Se liga na beleza desse lançamento recheado de extras e imagem e som para nenhum cinéfilo (assim como eu) botar defeito.

Veja a disponibilidade de compra clicando na imagem.
  • Formatos: Disponível em 4K UHD, Blu-ray e versões Steelbook colecionáveis lindíssimas.

Edições Disponíveis: A Arrow Video lançou uma edição limitada em 2 discos (Limited Edition 4K UHD) que inclui tanto a versão de cinema (Theatrical Cut) quanto a cobiçada Versão do Diretor (Director’s Cut) sem censura. Restauração em 4K do filme a partir do negativo original da câmera, realizada pela MGM, transferida em 2013 e aprovada pelo diretor Paul Verhoeven.

  • Seis cartões-postais de colecionador (exclusivo da Edição Limitada)
  • Pôster dobrável de dupla face (exclusivo da Edição Limitada)
  • Capa reversível com arte original e arte inédita encomendada feita pelo Paul Shipper (exclusivo da Edição Limitada)
  • Livreto de colecionador de 80 páginas da Edição Limitada, contendo textos inéditos sobre o filme assinados por Omar Ahmed, Christopher Griffiths e Henry Blyth, uma entrevista de 1987 da revista Fangoria com Rob Bottin e materiais promocionais de arquivo (alguns conteúdos são exclusivos da Edição Limitada)

Sobre as especificações técnicas deste lançamento para os mais nerds em qualidade cinematográfica, espere o que tem de mais moderno em questão de tecnologias utilizadas, tanto na camada de áudio, como na de vídeo:

Áudio:
Inglês: Dolby TrueHD 7.1 + Dolby Atmos (48kHz, 24-bit)
Inglês: DTS-HD Master Audio 5.1 (48kHz, 24-bit)
Inglês: DTS-HD Master Audio 4.0 (48kHz, 24-bit)
Inglês: DTS-HD Master Audio 2.0 (48kHz, 24-bit)

Vídeo:
Codec: HEVC / H.265 (78.81 Mbps)
Resolução: 4K Nativo (2160p)
HDR: Dolby Vision (perfil 7), HDR10
Aspecto de tela: 1.85:1

Extras desta edição:

  • Disco Um – Versão do Diretor
    • Comentário em áudio com Paul Verhoeven, Jon Davison e Ed Neumeier
    • Comentário em áudio com Paul M. Sammon
    • Comentário em áudio com os fãs Christopher Griffiths, Gary Smart e Eastwood Allen
    • O Futuro da Aplicação da Lei (HD, 17 min)
    • RoboTalk (HD, 32 min)
    • A Verdade sobre o Personagem (HD, 18 min)
    • Escalando o Elenco de Old Detroit (HD, 8 min)
    • Conectando as Cenas (HD, 11 min)
    • Analógico (HD, 13 min)
    • Mais que uma Máquina: Compondo a Trilha de RoboCop (HD, 12 min)
    • Adereços de RoboCop (HD, 13 min)
    • Perguntas e Respostas com os Cineastas (2012) (HD, 43 min)
    • RoboCop: Criando uma Lenda (HD, 21 min)
    • Vilões de Old Detroit (HD, 17 min)
    • Efeitos Especiais: Ontem e Hoje (HD, 18 min)
    • Easter Egg de Paul Verhoeven (HD, 1 min)
    • Cenas Deletadas (HD, 3 min)
    • A Sala de Reuniões: Storyboards (HD, 6 min)
    • Imagens de Produção do Diretor (HD, 12 min)
    • Trailers (HD)
    • Spots de TV (SD)
    • Galerias de Imagens (HD)
  • Disco 2 – Versão de Cinema
    • Comentário em áudio com Paul Verhoeven, Jon Davison e Ed Neumeier
    • Faixas de trilha sonora isolada (HD, 10 min)
    • RoboCop – Versão editada para televisão (HD, 95 min): Apresentada em proporção de tela 4:3; as especificações indicam que esta versão utiliza codificação HEVC com cores de 10 bits, mas limita-se à resolução 1080p HD, espaço de cor Rec.709 e 60 fps.
    • Comparação em tela dividida: Versão sem cortes vs. Versão de cinema (HD, 4 min)
    • Comparação em tela dividida: Versão de cinema vs. Versão para televisão (HD, 20 min)

Veja essa e outras opções disponíveis da soundtrack do filme clicando na imagem.


Trilha Sonora: O Som de Detroit

A grandiosa trilha sonora composta por Basil Poledouris (Conan, o Bárbaro) mistura orquestrações majestosas com batidas metálicas (vencedora do BMI Film Music Award). Além das edições expandidas em CD da Varèse Sarabande, a Milan Records lançou o remaster das fitas originais em gloriosos 2 LPs de vinil prateado. Catalogar discos é um prazer indescritível, e ter o acabamento caprichado dessa trilha na coleção para girar na vitrola é uma experiência obrigatória (palavra de colecionador!).


Clique na imagem para ver este e outros bonecos inspirados no filme Robocop (1987).

Bonecos e outros produtos de merchandising

O design do ciborgue é o sonho de consumo no colecionismo. A NECA Toys possui uma linha fantástica na escala de 7 polegadas (incluindo figuras “Battle Damaged” com o rosto de Peter Weller e um ED-209 com molas). Se você prefere articulação premium, a japonesa Medicom lançou o personagem na incrível linha MAFEX. Já a Super7 trouxe um clima bem nostálgico na linha Ultimates, cheia de acessórios bizarros. Dá para montar a distopia da OCP direto na sua estante!

As recomendações abaixo são geradas automaticamente e podem variar. Preços e estoques dependem exclusivamente das plataformas de destino no momento do clique.

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